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  • 27/09/2017

    Minha Vida (Não Tão) Pefeita - Sophie Kinsella (Resenha)





    Sinopse:
    Dramas, confusões e uma boa dose de amor são os ingredientes do novo romance de Sophie Kinsella, uma divertida crítica aos julgamentos errados que uma boa foto no Instagram pode gerar.
    Cat Brenner tem uma vida perfeita: mora num flat em Londres, tem um emprego glamoroso e um perfil supercool no Instagram. Ah, ok... Não é bem assim... Seu flat tem um quarto minúsculo – sem espaço nem para guarda-roupa –, seu trabalho numa agência de publicidade é burocrático e chato, e a vida que compartilha no Instagram não reflete exatamente a realidade. E seu nome verdadeiro nem é Cat, é Katie.
    Mas um dia seus sonhos se tornarão realidade. Bom, é nisso que ela acredita até que, de repente, sua vida (não tão) perfeita desmorona. Demeter, sua chefe bem-sucedida, a demite. Tudo o que Katie sempre sonhou vai por água abaixo, e ela resolve dar um tempo na casa da família, em Somerset. Em sua cidadezinha natal, ela decide ajudar o pai e a madrasta com a nova empreitada do casal: os dois planejam transformar a fazenda da família em um glamping, uma espécie de camping de luxo e estão muito empolgados com o novo negócio, mas não sabem muito bem por onde começar.
    E não é justamente lá que o destino coloca Katie e sua ex-chefe cara a cara de novo? Demeter e a família vão passar as férias no glamping, e Katie tem a chance de, enfim, colocar aquela megera no seu devido lugar.
    Mas será que ela deve mesmo se vingar da mulher que arruinou sua vida? Ou apenas tentar recuperar seu emprego? Demeter – a executiva que tem tudo a seus pés – possui mesmo uma vida perfeita ou, quem sabe, as duas têm mais em comum do que imaginam? Porque, pensando bem, o que há de errado em ter uma vida (não tão) perfeita?


    Minha Vida (Não Tão) Perfeita – é um romance inglês, da best-seller Sophie Kinsella, mesma autora da série Becky Bloom, Samantha Sweet – A Executiva Do Lar, O Segredo de Emma Corrigan, entre outros. O título original é My not so perfect life, e é publicado aqui no Brasil pela Editora Record.
    Ao contrário da maioria de seus livros, que focam em comédias românticas, Kinsella fez de Minha Vida (Não Tão) Perfeita, um enredo sobre autoconhecimento. Não se preocupe, o romance está ali, mas a trama central se encontra em Katie Brenner, uma garota de Somerset, que visa conquistar seu lugar em Londres, se encaixando, e talvez, esquecendo um pouco de suas origens de garota do interior. O livro, assim, põe em discussão, nossas verdadeiras personalidades e vidas, versus o que queremos passar aos nossos amigos e seguidores de redes sociais.
    Em Fiquei Com Seu Número, Sophie Kinsella já havia abordado a importância e o papel dos celulares e mensagens instantâneas nas nossas vidas, e agora, ela aborda nossa interação com o instagram, e a necessidade que algumas pessoas podem ter de demonstrar vidas invejáveis, por vezes glamourosas e na maioria das vezes, bem distante da realidade.

    Tá bom, vou falar logo: eu vivo entrando em cafés caros à procura de fotos dignas de serem postadas no Instagram. Tem algum problema nisso? Não estou dizendo que bebi o chocolate quente. Estou dizendo que fiz assim: Olha chocolate quente! Se as pessoas acharam que era meu … Bom, aí é com elas.


    E Katie á primeira vista, aparece assim: uma profissional ansiosa por mostrar seu talento para a chefe, que vive preocupantemente distraída ou pilhada, e uma garota tentando mostrar aos outros que está satisfeita com suas escolhas. Porém, se você leu a sinopse, sabe que a coisa não ficará muito tempo dessa maneira.
    E é a partir daí que o leitor pode divisar outra parte de Katie Brenner, aquela parte, que não é mostrada nas redes sociais, aquela parte não tão perfeita. Ela, como a profissional criativa que é , decide ajudar ao pai e a madrasta com o novo negócio, que começa a dar certo, e faz com que sua ex-chefe apareça no glamping para uma temporada. Entre as cenas cômicas entre Katie e Demeter (a chefe) tão próprias de Sophie Kinsella e as interações de Katie e seu par romântico, fica aquela dúvida, até o desfecho:
    Vale a pena tentar recuperar seu emprego e sua antiga vida?
    A Katie de Somerset não seria muito mais interessante que a “Cat” de Londres?
    Parte do leitor descobrir.
    Se você gosta dos demais livros de Kinsella, gosta de Meg Cabot, Carina Rissi, Sarah Mason e Annie Darling, é muito provável que vá amar este.

    Acho que finalmente descobri como me sentir bem em relação a vida. Sempre que vir alguém muito feliz, lembre-se, essa pessoa também tem seus momentos não tao perfeitos. Claro que tem. E sempre que você pensar: minha vida é isso? Lembre-se, não é. Todo mundo tem um lado brilhante, ainda que seja difícil de encontrar às vezes.

    É isso pessoal, mais um chick-lit para a sua coleção. Espero que gostem. 
    E, se quiser um tira-gosto, o link do primeiro capítulo está aqui, para vocês.  



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