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  • 09/03/2017

    A lua de mel, de Sophie Kinsella (resenha)

    Olá, leitores!

    "A lua de mel" foi escrito por Sophie Kinsella, publicado no ano de 2016 pela editora Record e contém 493 páginas. O livro conta a história de duas irmãs, Charlottie (Lottie) e Fliss,  sendo narrado em primeira pessoa e os capítulos se alteram mostrando a visão de cada uma dos acontecimentos.
    Quando o namorado de Lottie a convida para um almoço especial com direito a champanhe para fazer uma grande pergunta, ela já imagina a vida com ele, os filhos e tudo. Inclusive conta para todos que vai ficar noiva. Porém, quando não era nada disso, ela se toca que ele não pretende casar tão cedo e que já está com 33 anos, então toma a decisão de terminar o relacionamento. Não demora muito e retorna para sua vida Ben, um ex namorado da sua  juventude, que lembra a antiga promessa que fizeram de se casar caso ainda estivessem solteiros com 30 anos. Vale ressaltar que esta parte da promessa ficou tudo corrido e mal contado, achei que autora poderia dar mais detalhes ao episódio, visto que é parte importante da trama.

    Foto: arquivo pessoal

    Vamos passar a vida toda explorando o outro. Descobrindo os segredos um do outro. Nunca seremos aquele casal sentado em silêncio mortal porque um já sabe tudo sobre o outro e já disseram tudo e só estão esperando a conta.

    Já Fliss, a irmã de Lottie, está em processo de divórcio e tem um filho, por isso acha a decisão da Lottie se casar muito precipitada, logo, resolve impedir de consumarem o casamento, pois assim que ela se arrepender pode conseguir uma anulação, fato que seu advogado do divórcio confirmou. Para o leitor pode parecer que estou contando de mais nesta resenha, mas tudo que narrei se encontra na sinopse do livro.

    - Você se separou de Richard tem uns cinco minutos. Estava prestes a assumir um compromisso com ele. Tinha comprado um anel de noivado para ele. Disse que o amava. Agora está correndo para um cara que mal conhece? É mesmo uma boa ideia.

    Foto: arquivo pessoal

    Diferentemente dos demais livros da Sophie Kinsella que li, que eram todos em primeira pessoa com um só narrador, este divide a narrativa, o que foi um acerto, pois temos diferentes pontos de vista diante dos acontecimentos. Não considero este o melhor livro da autora, prefiro os da série Becky Bloom (resenha aqui), embora ainda tenha gostado da leitura, devido aos momentos engraçados da narrativa. Acredito que há acontecimentos que foram muito corridos e mal explicados.Com respeito às personagens, são bem trabalhadas e fazem o leitor se identificar, como já é característico da autora. Já leram? Gostaram? Pretendem ler? Comentem.

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