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  • 26/10/2016

    Diário de bordo, de Flor de Liz (resenha)

    Olá, leitores!

    Quando era mais nova sonhava em ser comissária de voo, pois admirava aquelas mulheres lindas, educadas e bem vestidas que via nos filmes, especialmente no "Voando alto", elas pareciam levar uma vida repleta de viagens e aventuras. Só fui viajar de avião mesmo no ano passado (texto sobre a experiência de viajar de avião), mas motivada pelo sonho de infância, solicitei esse livro para resenha com a editora parceria Chiado, com a finalidade de conhecer um pouco mais da profissão através das memórias da autora Flor de Liz. A obra fui publicada em 2016 e contém 124 páginas.
    Com uma linguagem fácil e fluida, Flor de Liz relata suas experiências vividas na profissão, sejam elas nas folgas, durante os voos ou nos lugares que foi. Nem todas as memórias relatadas no livro podem ser interessantes ao olhos do leitor, porém, dá para notar que marcaram a vida da autora. Há situações narradas de formas bem humoradas, outras dramáticas, dependendo do que ocorreu em sua carreira.

    Foto: arquivo pessoal

    Costumo dizer que durante os voos vivemos num mundo a parte, num mundo onde tudo pode acontecer. Pessoas podem nascer e morrer ali dentro. Pessoas felizes recém casadas viajando em lua-de-mel, outros indo para o funeral de um parente, alguém triste porque foi abandonada pelo marido e outra feliz porque conseguiu um novo emprego, todas ali juntas respirando o mesmo ar.

    Além das memórias, no prefácio a autora aborda as dificuldades da profissão: as várias horas trabalhadas direto, o horário diferenciado, o intervalo pequeno entre um voo e outro, entre outras.

    Se fizerem as contas verão que trabalhamos cerca de dezoito a vinte horas sem parar com intervalo de no máximo três horas nos voos longos. Elas também não sabem que muitos voos saem às duas/três horas da manhã e que passamos a noite toda e parte do outro dia acordados trabalhando.
    Vale ressaltar que Flor de Liz relata as memórias de voos internacionais no Oriente Médio. Além disso, o livro também aborda os pontos positivos, logo, o leitor tem uma visão ampla da rotina destes profissionais. No final do livro também dá dicas para quem pretende ser comissária. 
    Gostei muito de conhecer mais sobre a profissão que sonhava em ter quando criança através da leitura, entretanto, acredito que meu caminho profissional seja outro. Gostaram da resenha? Leriam a obra literária? Sonhavam em ser comissária quando criança? Comentem.

    4 comentários:

    1. Oi Tainan

      Gostei da indicação, não negarei a oportunidade de lê-lo.
      Confesso que, quando criança, também nutri uma paixão platônica pela profissão hahaha
      Parabéns pelo post.

      Beijos.
      Alana Marques
      colecionadoresdelivross.blogspot.com.br

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      Respostas
      1. Quem nunca? Sempre tão lindas, maquiadas, bem vestidas, educadas. Muito obrigada :D

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    2. Nossa, o livro parece ser muito bom ahahah e uow, você quis ser comissária :)
      que fofa.ehehehe


      beeijão :)
      http://www.carolhermanas.com.br/

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