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  • 12/11/2015

    A herdeira (resenha dupla)

    Olá leitores,

    "A herdeira" foi escrito pela Keira Cass, publicado pela editora Seguinte em 2015 e contém 391 páginas. É o quarto livro da série "A seleção", portanto, essa resenha contém spoilers dos primeiros livros da série.

    Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, a filha mais velha do casal. Criada para ser líder forte e independente, ela nunca quis viver um conto de fadas como o de seus pais. Por isso, antes de conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, a jovem está totalmente descrente. Mas, assim que a competição começa, a situação muda de figura, e Eadlyn percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão possível quanto imaginava.

     Opinião por Tainan:

    Após Maxon assumir o poder, algumas leis mudaram, como a possibilidade de uma mulher assumir o trono assim ela se torna a herdeira por ser sete minutos mais velha que seu irmão gêmeo e a queda da Seleção, a qual acaba acontecendo por causa de alguns acontecimentos. Entretanto, Eadlyn nunca quis uma Seleção, por ser criada para governar, acredita que não precisa de um homem ao seu lado para isso. Eadlyn tem uma personalidade extremamente forte e é bastante desenvolvida ao longo do livro, sendo o tipo de personagem que divide opiniões, inclusive pelo fato de ser independente e não gostar de estar na Seleção, o que fez com que eu gostasse muito da protagonista.
    Adorei o fato de ser uma Seleção com homens, é bem diferente da Seleção com mulheres, pois rapazes agem de formas diferentes em determinadas situações. Porém, os rapazes não empolgam, o livro não tem clima romântico como os demais, não há triângulo amoroso, como havia nos demais livros. O que ocorre é a negação da protagonista em relação à Seleção.
    Além disso, não vimos muito a rotina do Maxon e America, pelo contrário, outros personagens ganham destaque, como o irmão gêmeo de Eadlyn,  que se mostra um bom amigo e conselheiro.
    É um livro cuja leitura flui muito bem e prende muito a atenção, li em poucos dias porque não conseguia largar a leitura. Embora o foco do livro não seja romance, indico para quem acompanha a série, pois é muito interessante.

    Foto: arquivo pessoal


    Opinião por Deborah:

    Quarto livro da série "A Seleção", a história se passa 20 anos depois do casamento de Maxon e America. A protagonista desta vez é Eadlyn, filha mais velha do casal e futura Rainha de Illéa.
    Embora o país já não tenha mais castas e esteja muito melhor do que na época do Rei Clarkson, os ataques continuam acontecendo pelo fato das pessoas ainda sofrerem preconceito por conta de suas antigas castas. Esses problemas acabam saindo do controle e, a fim de mudar as atenções do povo para outro assunto, Maxon acaba sugerindo que Eadlyn faça uma seleção para escolher seu futuro marido.
    Criada para ser uma mulher forte e tendo que lidar desde sempre com a ideia de que um dia teria de governar o país, Eadlyn é bastante mimada, temperamental e tem um gênio ainda pior do que o de sua mãe, o que a princípio a faz rejeitar veementemente a ideia de se casar. E ainda mais de fazer uma seleção como a de seus pais.
    Com o passar do tempo e o aumento dos problemas ela é obrigada a aceitar a proposta do pai, mas seu objetivo inicial é bem mais infernizar os selecionados do que escolher um marido de verdade.
    Mas, o que ela não contava era que por trás daqueles candidatos existiam histórias de vida que ela nem imaginava, o que a faz ver que existe um mundo bem injusto fora dos muros de seu palácio e que ela não é a única que tem problemas.
    Eu achei maravilhosa a ideia de ter uma mulher independente sendo disputada na seleção, principalmente num mundo como o nosso, que as mulheres muitas vezes são vistas como submissas. Entretanto, o egocentrismo de Eadlyn passa da conta em vários momentos do livro.
    Talvez essa protagonista me incomode um pouco por eu ser como ela na parte de não gostar de demonstrar sentimentos, mas é sério que ela acha que ninguém é mais importante do que ela?
    A transformação de America em praticamente uma Rainha Amberly 2.0 eu também não gostei muito. Sinto falta das loucuras que ela fazia antes de casar com o príncipe, embora a indecisão dela entre Maxon e Aspen fosse irritante.

    Obs.: Estou terminando o estágio da faculdade, por isso a frequência de postagens no blog tem diminuído. Assim que eu concluir, tudo volta ao normal. ;)

    Já leram o livro? Gostaram? Comentem.

    6 comentários:

    1. Ótima resenha! Engoli a trilogia em uma semana, quando vi que tinha livro novo, da filha de America, já fiquei um pouco pensativa. Achei que o fim do livro terceiro livro já era o bastante. Mas mesmo assim, resolvi apostar. E confesso a vocês que um livro nunca me irritou tanto. Que menina chata hein!!! kkk. Devo concordar que o egocentrismo de Eadlyn passa dos limites e nunca uma personagem conseguiu me irritar tanto. Não gostei e não recomendo kkk.

      Mergulhares | Blog

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      1. Acho que de certa forma os três primeiros já seriam o bastante, visto que a herdeira é uma história independente. Eu já apreciei a personalidade dela, mas como comentei, é aquela do "ame ou odeie" eu amei kkkk

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    2. Acho que os três livros da série já eram o suficiente, mas mesmo assim eu li A Herdeira porque sou bastante fã da série. No começo não estava gostando muito, mas a partir do meio do livro eu comecei a curtir o livro hahaa. Beijos

      www.sonhodemargarida.blogspot.com

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      1. Que bom que passou a curtir, também acho que 3 seriam o suficiente.

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    3. Eu gosto muito da série A seleção, sou super fã da America, mas com a Eadlyn não simpatizei muito, mas vou esperar a sequência pra ver se gosto mais dela. Ótima resenha! Beijinhos

      http://livrosentretenimento.blogspot.com.br/

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      1. Eu já gostei da personalidade forte, mas quem sabe no proximo livro?

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