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  • 04/09/2015

    Entrevistando o autor: Gianluca Segregio

    Olá leitores,

    Hoje tem quadro novo no blog, conforme o nome já diz, trata-se de entrevistas com autores de livros. Para a estreia temos: Gianluca Segregio do livro "Nostalgia não está apenas em VHS".

    Sobre o autor:

    Gianluca Segregio nasceu em São José do Rio Preto e gosta de escrever desde os 11 anos. Aos 15 escreveu este livro após sua amiga contar-lhe um ocorrido pessoal. Ama Deus, perdoar, ver filmes de terror, ler romances e fazer resenhas. Já tendo mais um livro pronto, pretende agora escrever uma trilogia. Conclui o terceiro ano do ensino médio em 2015 e ainda não sabe o que cursará...
    Mas espera entrar em uma faculdade de qualquer maneira!

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    Sobre o livro:


    Ela ainda pensa porque ele partiu tão cedo. Mas quem seria ele?
    Com fracas memórias de seu passado, Lana Mary Jones é uma garota de quinze anos que acredita ser filha única. No entanto, após ouvir uma conversa de sua mãe com a avó, ela descobre que pode ter um irmão. E esse é apenas o começo dos mistérios que a envolvem.
    Em um encontro inesperado, ela acaba por conhecer um garoto chamado Matthew Foster Miller, que desenha borboletas e atribui a elas sentimentos. Vivenciando experiências novas ao seu lado, ambos descobrem gradativamente o que é o amor. Contudo, o passado de seus familiares guarda segredos capazes de fazer com que o novo casal pague pelo preço dos erros de pessoas que pareciam amá-los completamente.

    Lana descobrirá se por amor vale enfrentar qualquer obstáculo. Porém, como acreditar em imagens refletidas em um visor que supostamente revelam todo o seu passado, se elas fossem entregues por um homem que a abandonou na hora que ela mais precisou?






    A entrevista:

    1- Você tem apenas 17 anos, chegou a conviver com o VHS? Da onde surgiu o título do livro e a inspiração para escrevê-lo?

    Apesar de não fazer parte da geração na qual o VHS era a única (ou uma das únicas) formas de salvar filmagens, eu tive um bom contato com a fita. Meu pai é jornalista, então ele possuía muitas delas. Eu me recordo também quando eu e meu irmão gravávamos desenhos animados para assistirmos depois. Sobre o título, eu sempre gostei da palavra “nostalgia” e pensei que seria legal colocá-la, de alguma maneira, ali. O VHS é a chave principal da história, então do nada na minha cabeça surgiu esse título. Minha inspiração veio de um ocorrido pessoal da minha amiga.

    2- Você escreve desde que idade? Qual a sua relação com a escrita? 

    Eu escrevo desde os 11. Minha relação sempre foi muito boa: uma vez minha professora de português pediu para que escrevêssemos, no máximo, 30 linhas. Eu acabei escrevendo 236 me inspirando nos jogos de terror que jogava (risos).

    3- Você escreveu um romance, tem algum autor do gênero que te inspira? Quais autores costuma ler?

    Olha, eu diria que Fernando Pessoa tem poemas incríveis, mas não acho que algum autor necessariamente me inspire para ser sincero. Os autores que mais li foram John Green e Kiera Cass, porém não costumo a comprar livros só pelo autor, e sim pela história. Contudo, claro que se eu já li certo autor e aprovei, a chance de adquirir o livro é bem maior.

    4- Como foi o processo de publicação da obra? Foi fácil achar encontrar uma editora?

    Foi um processo bem complicado até eu chegar à editora que estou agora. Eu ouvi muitos nãos e também fiquei sem ouvir nada: e-mails não respondidos e mensagens não lidas já devem ter acontecido com muitos autores também. Sinceramente acho que foi Deus que colocou a Tribo das Letras no meu caminho: eu havia chegado do shopping, abri meu Facebook e lá estava a minha editora, Cris, querendo originais para ser publicados na Bienal. Enviei o meu, e pronto: do dia pra noite eu assinei um contrato e estava dentro de uma editora.

    Créditos: Gianluca Segregio

    5- Qual a sensação de lançar um livro? 

    É uma sensação incrível. É como se você deixasse sua marca no mundo, algo que você fez e muitas pessoas podem gostar. 

    6- Qual a sua expectativa para depois do lançamento? Pretende escrever mais livros?

    Minhas expectativas são as melhores! Espero que as pessoas se envolvam com a história da Lana e do Matthew. Pretendo sim, quero agora me aventurar em uma trilogia, porém um livro único já esta pronto!

    7- Qual a sua opinião a respeito da literatura brasileira atual?

    Grandes talentos, poucas oportunidades. Acho que definiria assim. Você pode perceber: se a pessoa já é famosa, seja por qual motivo, as portas das editoras grandes, que geralmente publicam mais estrangeiros que brasileiros, ficam escancaradas. Eu torço para que as pessoas leiam mais nacionais e não banalizem a cultura de nosso país. Além disso, agradeço as editoras que lutam ainda para colocar nacionais em seu catálogo. Só que isso não deveria ser uma luta e sim algo natural de todas as editoras, até porque quem está consumindo seus livros são os próprios brasileiros...

    8- Qual o seu conselho para quem pretende escrever um livro?

    Meu conselho é: escreva o que você tem vontade e não escute quem quer te colocar para baixo. Pesquise técnicas de escrita (há blogs excelentes para isso como o "Ficção em tópicos"e alguns vídeos da autora Lycia Barros). Leia bastante! E não se esqueça: saiba ouvir críticas construtivas e conselhos de quem realmente se importa com você.

    Recado aos leitores: Obrigado Tainan pela entrevista! A todos que estão me apoiando nessa jornada, há muito mais vindo por aí! Deus abençoe todos vocês e obrigado novamente por tudo!

    Queria agradecer ao Gianluca pela entrevista. Obrigada!

    O que acharam da sinopse e da capa do livro? Pretendem ler? Gostaram da entrevista? E das minhas perguntas?

    2 comentários:

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