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  • 21/06/2015

    Poema: Inefável

    Olá leitores,

    Como foi o fim de semana? Espero que tenha sido bom. Para esse domingo selecionei um poema do catarinense Cruz e Sousa.

    Inefável
     (Cruz e Sousa)

    Nada há que me domine e que me vença 
    Quando a minha alma mudamente acorda... 
    Ela rebenta em flor, ela transborda 
    Nos alvoroços da emoção imensa. 
    Sou como um Réu de celestial sentença, 
    Condenado do Amor, que se recorda 
    Do Amor e sempre no Silêncio borda 
    De estrelas todo o céu em que erra e pensa. 

    Claros, meus olhos tornam-se mais claros 
    E tudo vejo dos encantos raros 
    E de outras mais serenas madrugadas! 

    Todas as vozes que procuro e chamo 
    Ouço-as dentro de mim porque eu as amo 
    Na minha alma volteando arrebatadas

    Fonte da imagem: R7
    Gostaram do poema? Já conheciam a obra do Cruz e Sousa?

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