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  • 23/11/2014

    Soneto de amor: II

    Olá leitores,

    Tirei esse poema do livro Cem Sonetos de Amor do Pablo Neruda publicado pela editora L&PM Pocket no ano de 1997, todos os poemas são numerados.

    II
    (Pablo Neruda)

    AMOR, quantos caminhos até chegar a um beijo,
    que solidão errante até tua companhia!
    Seguem os trens sozinhos rodando com ma chuva.
    Em Taltal não amanhece a primavera.

    Mas tu e eu, amor meu, estamos juntos,
    juntos desde a roupa às raízes,
    juntos de outono. de água de quadris,
    até ser só tu, só eu juntos.

    Pensar que custou tantas pedras que leva o rio,
    a desembocadura de água de Boroa,
    pensar que separados por trens e nações

    tu e eu tínhamos que simplesmente amar-nos,
    com todos confundidos, com homens e mulheres,
    com a terra que implanta e educa dos cravos.

    O que acharam do poema? Gostam de sonetos de amor?

    Um comentário:

    1. Maria Fernanda Faria24 de novembro de 2014 20:23

      Me deu tranquilidade! Haha.. Bjos amo seu blog.

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