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  • 06/10/2017

    Série para dar boas gargalhadas: the good place

    Olá, leitores!

    Imagine que quando a pessoa morre são calculadas todas as ações que ela fez na vida, as boas contam pontos positivos e as ruins negativos. Aquelas cujas pontuações são mais altas, que se dedicaram a vida toda a causas sociais, vão para o bom lugar (the good place) e as demais para o lugar ruim, não existe um meio termo. Essa é a premissa de "The good place". Como protagonista temos Eleanor (Kristen Bell), que vai parar no bom lugar, porém ela sabe que não devia estar ali, pois não foi uma pessoa boa em vida e nem é a ativista social que tanto falam. Porém, se ela confessar isso, vai para o lugar ruim e será condenada a passar toda a eternidade sendo torturada. Além disso, como temos algo de errado no bom lugar (uma alma má), coisas estranhas vão acontecendo lá.

    Créditos: Netflix

    No bom lugar, Eleanor tem que viver numa casa simples e colorida, com decoração de palhaços (as quais a ativista, que afirmam que ela era na vida, adorava). Na mansão ao lado vive uma top model tão perfeita que a nossa protagonista teima que não existe ninguém tão perfeito assim e sua alma gêmea (sim, toda alma tem uma alma gêmea no bom lugar!), um monge que fez o voto de silêncio antes de morrer e continua calado. Não posso deixar de mencionar a alma gêmea de Eleanor: Chidi, um professor de ética indeciso. Os personagens são um show à parte: todos muito engraçados e desenvolvidos.

    Créditos: Netflix

    Olhando assim, o enredo soa simples e que parece não ter muito futuro, mas os roteiristas souberam amarrar muito bem, criando plot twists e deixando quem assiste sempre querendo ver mais um episódio. A cada episódio há uma surpresa.



    A primeira temporada contém 13 episódios de 20 minutos cada e já está completa na Netflix, que está lançando um episódio novo da segunda temporada por semana. Os episódios são tão bons e prendem tanto que quando você vê já acabaram (eu assisti em um fim de semana). Já conheciam a série? Gostaram? Comentem.

    04/10/2017

    Últimos livros adquiridos

    Olá, leitores!

    Como vocês já sabem, tenho tentado comprar menos para tentar diminuir a pilha de não lidos na estante, porém as promoções são tentadoras. Nesta postagem vou mostrar os últimos livros que comprei, são acumulados de vários meses:

    Dois lançamentos que eu queria muito e aproveitei para comprar na Amazon foram: "Minha lady Jane" (Cynthia Hand, Brodi Ashton e Jodi Meadows) e "Três coroas negras" (Kendare Blake), ambos de fantasia. Na ocasião ainda perguntei no grupo do Facebook do blog qual deveria ler primeiro (participe, estamos sempre falando de livros e comentando promoções lá. Link), e como deu empate na enquete, li "Minha lady Jane", em breve terá resenha aqui no blog. Confira as sinopses:

    Minha lady Jane:

    Toda história tem sempre duas versões... Inglaterra, século XVI, dinastia Tudor. O jovem Rei Eduardo VI está à beira da morte e o destino do país é incerto. Para evitar que o poder caia em mãos erradas (leia-se: nas mãos de Maria Sangrenta), Eduardo é persuadido por seu conselheiro a nomear Lady Jane Grey, sua prima e melhor amiga, como a legítima sucessora. Aos 16 anos, Jane está em um relacionamento muito sério com seus livros até ser surpreendida pela trágica notícia de que terá de se casar com um completo estranho que (ninguém se lembrou de contar para ela) tem um talento muito especial: a habilidade de se transformar em cavalo. E, pior ainda, descobre que está prestes a se tornar a nova Rainha da Inglaterra! Arrastada para o centro de um conflito político, Jane suspeita de que sua coroação na verdade esconde um grande plano conspiratório para usurpar o trono. Agora, ela precisa definitivamente manter a cabeça no lugar se... Bem, se não quiser literalmente perder a cabeça. Um rei relutante, uma rainha-relâmpago ainda mais relutante e um nobre (e) garanhão puro-sangue que não se conformam com o destino que lhes foi reservado; uma história apaixonante, envolvente, cativante, sedutora... E mais uma porção de sinônimos que só Lady Jane seria capaz de listar. Tudo com uma leve semelhança com os fatos históricos. ...afinal, às vezes a História precisa de uma mãozinha.

    Foto: arquivo pessoal
    Três coroas negras: 

    A cada geração na ilha de Fennbirn nascem rainhas trigêmeas: três herdeiras da coroa, cada uma com um poder mágico especial. Mirabella é uma elemental, capaz de produzir chamas e tempestades com um estalar de dedos. Katharine é uma envenenadora, com o poder de manipular os venenos mais mortais. E Arsinoe é uma naturalista, que tem a capacidade de fazer florescer a Rosa mais vermelha e também controlar o mais feroz dos leões. Mas para coroar-se rainha, não basta ter nascido na família real. Cada irmã deve lutar por esse posto, no que não é apenas um jogo de ganhar ou perder: é uma batalha de vida ou morte. Na noite em que completam dezesseis anos, a batalha começa. Na hora de reinar, apenas uma restará.

    Foto: arquivo pessoal
    Neste mês de setembro estive em Campinas e juntamente com a Deborah (colaboradora aqui do blog) e a Amanda (beijo, meninas) fomos olhar livrarias. Como a Amanda é formada em História, aproveitei para pedir dicas de livros sobre o tema, mas com uma "pegada" literária, ou seja, nada com cara de livro didático, e ela me disse que eu tinha que ler algo da Mary del Piore, só que na livraria que estávamos todos os livros dela eram muito caros. Nisso, fomos a uma feira de livros e achei "Histórias e conversas de mulher" dessa autora por R$10, aproveitei. Obrigada pela dica, Amanda!

    Histórias e conversas de mulher (Mary del Priore):

    Namoros com homens mais jovens. A paixão por usar botinhas de salto. Corpo trabalhado artificialmente para projetar seios e nádegas e assim ficar mais voluptuoso. O uso de cremes com ingredientes naturais para clarear a pele. Sim, a vida de algumas sinhás do século XVIII lembra a de uma mulher do século XXI... Mas só na aparência. Foram necessários mais de 200 anos para que as mulheres conquistassem direitos que permitem a livre expressão e o exercício da cidadania; votar, usar anticoncepcionais, divorciar-se, ir à praia de biquíni, ocupar cargos de alto escalão em empresas multinacionais e muitas outras coisas.

    Foto: arquivo pessoal
    Ainda na feira, a capa de  "Dearly, departed: o amor nunca morre" (Lia Habel) me chamou a atenção, fui olhar a sinopse e lá estava escrito: "você se IDentifica com este livro? Leia a página 66". Fui ler e fiquei muito curiosa. Resultado: comprei. Mais tarde fui descobrir que esta chamada de ler uma página antes de comprar faz parte do marketing da editora ID, pois no "Beijo de vampiro" (Ellen Schreiber) que adquiri na mesma feira também tem. Adorei a ideia de você ler uma página do livro e conhecer a narrativa antes de comprar. Ambos foram R$ 10.

    Dearly, departed: o amor nunca morre (Lia Habel):

    Ela é Nora Dearly, uma garota neovitoriana de 17 anos que sofre com a morte dos pais e vive infeliz aos cuidados da tia interesseira.
    Ele é Bram Griswold, um jovem soldado punk, corajoso, lindo, nobre... E morto!
    No ano de 2187, em meio a uma violenta guerra entre vitorianos e punks, surgiu um perigoso vírus, capaz de matar e trazer novamente à vida. As pessoas tornam-se zumbis, mas nem todos são assassinos devoradores de carne. Há os que lutam para que o vírus não se espalhe...
    Apenas Nora tem o poder da cura em suas mãos, ou melhor, em seu sangue. Ela não sabe disso, e corre perigo. É papel de Bram protegê-la... E amá-la. 

    Foto: arquivo pessoal

    Beijos de vampiro (Ellen Schreiber):

    Novos moradores sempre causam impacto quando chegam a uma cidade pequena. Ainda mais se vão morar em uma velha mansão abandonada, que todos juram ser mal-assombrada. Quem são, ou melhor, o que são eles? Poderiam ser vampiros? Raven, uma garota de 16 anos, louca pelas criaturas das trevas, gostaria muito que isso fosse verdade. E ela gostaria de saber o que poderia acontecer caso o lindíssimo filho dos forasteiros a beijasse.

    Foto: arquivo pessoal
    Ainda na feira, comprei um livro de contos do Machado de Assis por R$ 3.

    Foto: arquivo pessoal


    Por último, unicamente por estar escrito Meg Cabot na capa (amo os livros dela!), comprei "Nicola e o visconde":

    Nicola e o visconde (Meg Cabot):

    Meg Cabot explora o mundo dos romances de época, neste Orgulho e Preconceito para adolescentes. Nicola Sparks, uma órfã de 16 anos, está prestes a mergulhar de cabeça em sua primeira temporada na alta sociedade londrina. Seu maior sonho – ser pedida em casamento pelo charmoso visconde Sebastian Bartholomew — também está prestes a se realizar! Portanto, naturalmente, ela fica muito irritada com as insinuações de Nathaniel Sheridan a respeito do caráter duvidoso de seu noivo. Tomada pela curiosidade, Nicola começa a juntar algumas peças dessa história. Para sua surpresa, ela percebe que estava atrás do visconde errado desde o começo. Será que é tarde demais para fazer a coisa certa?

    Foto: arquivo pessoal

    Me contem nos comentários: já leram algum destes livros? Qual? Gostaram? Qual deles gostaria que fosse a próxima resenha no blog? Quais os últimos livros que compraram?

    02/10/2017

    Primeiras impressões do livro "nunca olhe para dentro" de Amanda Ágatha Costa

    Olá, leitores!

    Recebi da autora, parceira do blog, Amanda Ágatha Costa, os primeiros capítulos do seu livro "Nunca olhe para dentro" que será lançado amanhã (dia 03/10) na Amazon, então se gostarem já dá para comprar e ler logo hehe. 

    Sinopse:

    Nem sempre a vida é colorida como um quadro ou suave como uma pincelada, às vezes é o contrário de tudo isso. Depois de perder os pais em um acidente de carro aos oito anos de idade, a única coisa que Betina precisa fazer é encontrar o responsável por ter destruído sua família na noite que daria início à sua próspera carreira como pintora. Agora longe dos pincéis e das paletas, ela está focada em terminar a primeira graduação e procurar na justiça um pouco de consolo para o caos que o seu passado ainda traz. Ao lado de seus amigos e sob o teto de uma tia que a detesta, ela perceberá de que cores as pessoas são feitas, e do quanto é realmente necessário olhar para dentro de tudo aquilo que a assombra, mesmo que para isso precise passar por uma inesperada decepção.

    Créditos: Amanda Ágatha Costa

    Betina é uma menina que convive com o trauma de ter perdido os pais em um acidente do qual possui poucas lembranças visto que tinha apenas oito anos. Doze anos depois do ocorrido ela tenta conviver com a tristeza e se permite sofrer e relembrar tudo isso toda sexta-feira. Umas das coisas que mais dói na nossa protagonista é saber que o culpado ainda está impune enquanto ela tem que conviver com a perda diariamente. Por isso ela continua tentando resolver o mistério acerca do culpado do acidente.
    A pessoa que estava por trás daquele volante não só tirou o carro da sua pista e invadiu a nossa, como fez o que um vampiro faz: sugou tudo que eu tinha de melhor.
    Agora com vinte anos, Betina cursa psicologia e sonha em ser pintora, além disso costuma associar cores com sentimentos, aliás isso foi um dos pontos mais interessante deste início de leitura:

    Depois de passar por todas as cores , dar de cara com a morte e viver na penumbra por muitos anos, a última coisa da qual eu preciso é voltar para o preto. O cinza é aceitável. O preto é o que eu mais abomino.
     A narrativa em primeira pessoa foi um acerto da autora, visto que nos conectamos e nos emocionamos com a personagem logo no início da leitura. Finalizo dizendo que é um drama que tem tudo para dar certo. Logo mais terá resenha completa aqui no blog. Lembrando que a partir de amanhã a obra já estará a venda na Amazon. 
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