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  • 20/02/2017

    Série: The Tudors

    Olá, leitores!

    Como muitos de vocês já sabem, tenho estado muito interessada pela monarquia, e tenho procurado livros e  séries a respeito do tema. Foi assim que conheci "The Tudors", uma série que foi exibida entre 2007 e 2010, faz um tempinho que acabou já, mas por ser uma série de época não fica desatualizada. A trama gira em torno do reinado de Henrique VIII na Inglaterra, portanto, ao longo dessa postagem vou abordar os fatos históricos que compõe a série, se você não conhece a história do rei, pode conter spoilers.

    Créditos: BBC

    A série retrata bem a rotina da corte do rei Henrique VIII (Jonathan Rhys Meyers), com direito a tramas políticas. Mostra também a dificuldade do rei em ter um filho homem com sua esposa Catarina de Aragão (Maria Doyle Kennedy, de "Orphan Black"), o que era de suma importância na época. Visando aumentar sua fortuna e melhorar sua posição social, Tomás Bolena (Nick Dunning) chega à corte com suas duas filhas (Ana e Maria) para que seduzam e conquistem o rei.


    Na abertura é falado a seguinte frase: "você acha que conhece a história, mas só sabe como ela termina". Foi exatamente assim que me senti, pois o final dos personagens (pelo menos os que existiram na vida real) eu já sabia. Mas a trama, não. Claro, que nem tudo que a série conta realmente  aconteceu, sabe-se que dão uma floreada com o objetivo de melhorar a trama. Mas isso é questão de pesquisar e ver os fatos.
    Confesso que comecei a série mais interessada na história de Ana Bolena (Natalie Dormer, de "Game of Thrones"), que soube mais por meio do filme "A outra". Alerta de spoiler: confesso que perdi um pouco do interesse após a morte da personagem, mas sigo assistindo para conhecer mais a história do rei. Fim do spoiler.

    Créditos: BBC

    Vale ressaltar que a série é repleta de cenas eróticas, portanto não recomendo para menores de idade, principalmente nos primeiros capítulos (uma tentativa de ganhar audiência, talvez), mas, depois disso, dá uma diminuída e se atém mais à parte histórica, que é mais interessante. Os figurinos e cenários são muito bem feitos e retratam bem a época, inclusive há cenas que mostram instrumentos musicais antigos.
    A série contém 38 episódios, divididos em 4 temporadas e todas estão na Netflix.
    Já viram a série? Gostaram? Apreciam séries históricas? Comentem.


    17/02/2017

    Resenha Corte De Espinhos e Rosas

    Título Original: A Court Of Thorns And Roses
    Autora: Sara J. Maas
    Tradução: Mariana Kohnert
    Ano: 2015
    Editora: Galera Record


                Se você é como eu, e se nega a largar de vez seus alegres e dourados anos de infância, totalmente intoxicados por amores a primeira vista, fadas, bruxas más e príncipes encantados, mas que tem senso o suficiente pra não andar por aí com a lancheira da Branca De Neve, A Corte De Espinhos e Rosas foi feito sob medida para você.
                A história é uma releitura do conhecido e bastante explorado conto de “A Bela E A Fera”, com qual você deve aprender que ao contrário do que dizem, a primeira impressão nem sempre é a que conta. Contudo, ao contrário da personagem da Disney, a nossa heroína não é uma rata de biblioteca, muito ao contrário, ela sequer sabe ler. Feyre Archeron é o pilar da casa,  trocou seus vestidos, rendas e a possibilidade da alfabetização, por um arco e flechas, para salvar sua família da morte por inanição. Mas não se preocupe, o dramalhão para por aí, Feyre não é nenhuma Maria Do Bairro.

    Sinopse:
     
                Em A Corte De Espinhos e Rosas , um misto de A Bela e A Fera e Game of Thrones, Sarah J. Maas cria um universo repleto de ação, intrigas e romance. Depois de anos sendo escravizados pelas fadas, os humanos conseguiram se libertar e coexistem com os seres místicos. Cerca de cinco séculos após a guerra que definiu o futuro das espécies, Feyre, filha de um casal de mercadores, é forçada a se tornar uma caçadora para ajudar a família. Após matar uma fada zoomórfica transformada em lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. Arrastada para uma terra mágica e traiçoeira — que ela só conhecia através de lendas —, a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, senhor da Corte Feérica da Primavera. À medida que ela descobre mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade até uma paixão avassaladora. Enquanto isso, uma sinistra e antiga sombra avança sobre o mundo das fadas e Feyre deve provar seu amor para detê-la ... ou Tamlin e seu povo estarão condenados.


                O enredo é contado no ponto de vista de Feyre, como já dito, ela é uma caçadora, e também a provedora da família, mesmo sendo a mais jovem. Seu pai, é descrito como um ex-mercador, que se meteu com pessoas erradas, o que lhe resultou em um ferimento que o deixou sequelado permanentemente, e na falência da família. Ela não tem mãe, e as outras duas figuras femininas da casa, Nestha e Elain; não são nem um pouco maternais. Nestha é distante, arrogante e agressiva, Elain, apesar de passiva, não facilita a vida de Feyre. O sonho de Feyre é ver ambas as irmãs casadas e fora de casa, assim, sua caça e a sua renda serão o suficiente para ela e o pai. E mesmo sem saber ler, Feyre é uma artista sensível e talentosa, que pinta flores na mobília da casa e céus noturnos e brilhantes nas paredes, porém, apesar disso, ela não acredita em amor.
                A vida sofrível de Feyre muda ao matar um lobo, que em realidade era um feérico, e a sentença para seu crime – pois há um acordo milenar entre humanos e feéricos de não agressão – é a morte, ou, atravessar a muralha, rumo a Prythian, para viver entre os feéricos, até o fim de seus dias.
                A partir desse ponto, Feyre conhece um mundo que nenhum humano do lado de fora da grande muralha tem conhecimento: o reino de fadas, elfos e outras tantas criaturas sobrenaturais, mas não relacione eles com os mesmos elfos do universo tolkeniano, os elfos de Corte de Espinhos e Rosas são inteligentes, selvagens, calculistas e perigosos, mais fiéis a antigas lendas celtas e inglesas. Feyre cai de para-quedas em uma trama muito mais complexa e antiga do que se poderia imaginar.
                Personagens como Tamlin, Lucien, Rhysand e Amarantha possuem seus perigos e seus encantos nunca sendo muito claro se o coração de cada um pertence à luz ou à escuridão.



                O livro pode ser dividido em duas partes – a primeira, quando Feyre entra na Corte Primaveril, o primeiro reino feérico, depois da muralha. Tamlin, é o Grão-Senhor dessa corte, e à cinquenta anos, foi amaldiçoado por Amarantha, uma feérica que odeia humanos, e que, para tomar todo o reino, roubou os poderes de todos os Grão-Senhores, e amaldiçoou todos os membros da Corte Primaveril, uma das características da maldição, é que todos eles tiveram seus rostos permanentemente ocultos por máscaras que representam animais. A maldição só pode ser quebrada, caso uma humana se apaixone por Tamlin, apesar de ele ser feérico – algo que a maioria dos humanos repudia – e usar a máscara.
                Feyre precisa interagir na Corte Primaveril, ela conhece Tamlin, Lucien e outros enquanto permanece cativa, nessa parte então, temos muito mais observação e interação do que ação realmente dita.
                Já a segunda parte, Feyre já não é só uma cativa da Corte Primaveril, e entra destemidamente no reino de Amarantha, uma rainha linda e cruel, para tentar acabar cm a maldição lançada no reino. Nessa parte, ela interagirá com seres mais cruéis, que consideram a vida humana algo descartável. Entra em cena Rhysand, Grão-Senhor da Corte Noturna, e amante de Amarantha, que, curiosamente, também teve seus poderes tomados, e que ocasionalmente ajuda Feyre, não deixando muto claro, até o final, quais são suas verdadeiras intenções.
                Não curto muito dar spoilers, por isso, só posso dizer que a história termina de uma maneira surpreendente, embora, devo alertá-los ser necessário ler com atenção, pois há uma trama nas entrelinhas.
                O livro é ótimo, e receio dizer que ultimamente não venho encontrando livros tão bons do mesmo gênero, as cenas de ação e interação são muito bem desenvolvidas, e tenho de dizer que gostei muito mais da proposta de Corte De Espinhos e Rosas do que da série Trono De Vidro, da mesma autora.

                Espero que tenham gostado da resenha.
                Como sempre, deixe seu comentário, dúvidas e afins.
                E até a próxima.


                Haidy.

    13/02/2017

    Parceria: editora Livrus

    Olá, leitores!

    É com muita honra que anunciamos a parceria entre o blog e a editora Livrus!

    Conheça a Livrus:

    É uma empresa que propõe alternativas viáveis entre a autopublicação e a edição tradicional. E que, através de suas soluções, integra autores e leitores através de um amplo e bem estruturado networking. A LIVRUS é uma editora que oferece serviços essenciais à publicação, comercialização e divulgação de livros.
    Alguns livros publicados pela editora:

    A fada e o bruxo:

    Em um universo paralelo, uma história de amor.
    Com o coração oprimido, uma pessoa capaz de TUDO em favor de sua paixão, observa o romance proibido entre uma fada e um bruxo.
    E você, até onde iria por um amor?
    Conheça o Universo de Ivi e sua estranha relação com o planeta Terra.
    SEJA MUITO BM VINDO A IVI!

    Créditos: Livrus


    Joelma: antes da escuridão:

    Conheça, agora, os fatos que deram origem ao chamado Enigma do Edifício Joelma. A maior Lenda Urbana da capital paulista. A fama de edifício amaldiçoado perdurou desde então, mas o que poucos sabem é que sua aura, que impregnou suas paredes de concreto, teve inicio muito tempo antes.
    Em 1974, uma das mais modernas e imponentes construções da cidade de São Paulo ardeu em chamas, num dos mais traumáticos incêndios de que se tem notícia. As chamas teriam supostamente começado, de forma misteriosa, em um aparelho de ar condicionado. Se espalharam rapidamente, vitimando centenas de pessoas, e provocando mais de 190 mortes.

    Créditos: Livrus

    Orgulho:

    “Não seria mais uma verdade universalmente conhecida que todo homem independente estaria necessitado de uma esposa.
    Talvez ainda estejam por pura convenção e não sabem o que estão perdendo por seguir o que lhes dizem como certo e seguro, longe das admoestações e os perigos da solteirice. Nem todo homem seria tão independente assim mais, a ponto de dispensar uma mulher que trabalhasse fora. Nem toda mulher precisaria se casar para sobreviver. Nem todas dependeriam de um homem ou acreditariam que, aos vinte e sete anos, seriam um fardo para a família. Nem todo homem também iria gostar de uma mulher, assim como nem todas gostariam de um.
    Por mais que essas verdades universais tenham se perdido no tempo, outras tantas mudanças, ainda havia uma necessidade essencial para quase todos: um desejo de se ter, pelo menos uma vez na vida,
    um flerte com a palavra amor por mais relativo que esse sentimento tenha se tornado.”
    Roberto, Dárcio, Jane, Jorge, William, Lídia, D. Eliza são personagens de um romance bem humorado sobre desencontros amorosos, separações e julgamentos baseados nas primeiras impressões, uma releitura de Orgulho e Preconceito (1813) de Jane Austen para o século XXI.

    Créditos: Livrus

    Já conheciam o trabalho da editora? O que acharam dos livros que selecionei para a postagem? Comentem.

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