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  • 17/01/2018

    Novidades: por que desisti de dar aula? Como é meu trabalho como jornalista? E o blog como fica?

    Olá, leitores! Que saudades de escrever aqui!

    Por que desisti de ser professora?

    Primeiramente gostaria de fazer uma atualização do post Vale a pena cursar letras? Minhas impressões a respeito do curso  depois de formada as coisas mudaram. Vale ressaltar que tudo que escrevi ali foi exatamente tudo que sentia naquele momento. Quando entrei na universidade eu tinha a vontade de melhorar a educação, de fazer a diferença na vida do aluno, mas quando cheguei no estágio (após escrever aquele post) vi que não era para mim. Para começar eu sou muito calma, não tenho aquela autoridade necessária para dominar uma sala de aula. Ser professor é muito cansativo e estressante, falar em uma sala de aula cansa a voz, planejar aulas, você chega em casa estressado. Aí conclui que não queria isso de segunda a sexta pelos próximos vinte e cinco anos. Friso aqui que continuo admirando a profissão e quem se dedica à ela. E não digo que nunca darei aulas, se necessário for estou habilitada para isso. 
    Não me arrependo de ter me formado em Letras. Acredito que me abriu muitas portas (já falo do meu trabalho como jornalista), acrescentou muito no currículo, aprendi muito e sempre gostei de português e continuo gostando. 

    Meu trabalho como jornalista:

    Não, nunca me imaginei sendo jornalista, prova que cursei Letras e não jornalismo. Entre desistir de ser professora (continuo trabalhando meio período na faculdade) comecei a fazer pesquisas para ganhar uma grana extra (ainda continuo) site das pesquisas (funciona, pagam certinho). Surgiu o projeto de criar uma página de notícias de Santa Catarina. Temos que aproveitar as oportunidades que a vida dá, mesmo que não são exatamente o que planejamos. 
    Ressalto que o fato de ser formada em Letras ajudou muito a conseguir a oportunidade e também que apesar de saber escrever textos tive que pedir umas dicas para Deborah (colaboradora do blog e formada em Jornalismo) para saber como redigir textos jornalísticos. 
    Tenho curtido a rotina de jornalista, não é bem uma rotina com horário e local certo (escritório) estamos onde a notícia está. página de notícias que trabalho
    Pretendo cursar Jornalismo? Por agora não, gostaria de fazer um curso de Marketing Digital (vontade que já tinha por conta do blog) e tirar minha carteira de motorista, não sei qual dos dois faço primeiro. Comentem aqui para me ajudar hehe

    E o blog?

    Vontade de escrever e ideias para postagens eu tenho, só tá difícil conciliar tudo: pesquisas, trabalho na universidade e mais o de jornalista com o blog. Acabou que deixei o hobby de lado. Mas tenho conseguido ler, assistir séries e tenho vontade de resenhar tudo aqui. Vou tentar, mesmo que com uma frequência menor do que antes. Uma coisa é fato: não vou tentar parcerias, tenho lido menos, então não quero ter a obrigação de ler com prazo. Vou ler o que gosto e tenho na estante. 

    Comentem o que querem ver aqui no blog. 

    27/11/2017

    Feira do livro de Criciúma + livros que comprei

    Olá, leitores!

    Durante o mês de outubro ocorreu a Feira do Livro de Criciúma (o post atrasou devido a eu ter ficado um bom tempo sem internet e a rotina corrida que estou tendo). A feira se resume a um corredor com estandes de livrarias e sebos e fica localizada na praça central. De forma que toda vez que eu passava no centro, acabava levando algum livro.

    Foto: arquivo pessoal
    Foto: arquivo pessoal
    Como podem ver, é bem movimentada. Em sua maioria são obras best sellers, ou seja, nada muito raro ou desconhecido. Também tinha que ficar de olho pois nem todos os estandes estavam com um preço bom:

    Foto: arquivo pessoal
    Foto: arquivo pessoal
    Vale ressaltar que tem muitos livros infantis pois há professores que levam os alunos para conhecer a feira, o que é um ótimo incentivo a leitura.

    Foto: arquivo pessoal
    Concluo que apesar da feira ser pequena, se ir com tempo dá para encontrar obras diferentes com um preço bacana. Agora vamos ao que eu adquiri na feira:

    As melhores histórias de Sherlock Holmes (Sir Arthur Conan Doyle):

    Nunca li nada do Sherlock, apesar de ter visto a série, então achei interessante começar por este livrinho que paguei R$ 19,90.

    Foto: arquivo pessoal
    Aos 20 e poucos... (Elaine Fonseca):

    Como tenho vinte e poucos o livro me chamou a atenção e estava com um preço ótimo: R$ 5. 

    Sinopse: 

    Passando pela crise que acompanha muitas mulheres em seus 20 e poucos anos, Laura se vê envolvida por várias questões cruciais de onde precisa se libertar para conseguir "sobreviver".
    Laura não difere muito da maioria das mulheres. Aos vinte e poucos anos, vive num apartamento alugado com duas amigas, estuda, trabalha e de vez em quando se vê envolvida com alguns homens complicados. Mas nem sempre é assim e, em alguns momentos, parece que a complicação vem dela ou, ainda, que o mundo todo conspira contra. Mas isso é só de vez em quando...
    Na maior parte do tempo, o que acontece mesmo é que Laura se envolve em situações inusitadas e engraçadas, mas consegue sair delas da mesma forma que entra: quase sem querer. Aos 20 e Poucos... - lançado pela Editora NovaTerra - resume a vida de uma mulher solteira que busca afirmação frente à vida adulta e tenta percorrer sua terceira década de vida driblando as dificuldades naturais da idade.
    A obra marca a chegada de Elaine Fonseca ao mercado e traz uma visão brasileira ao universo feminino tão abordado e retratado por autoras estrangeiras. 

    Foto: arquivo pessoal
    A sexta mulher (Suzannah Dunn):

    Assim que vi o título já saquei que se tratava de Henrique VIII, afinal quem mais tem seis mulheres? Como meu livro favorito também se trata de Catarina Parr (leia a resenha aqui), resolvi ler mais sobre ela. Custou R$ 10.

    Sinopse: 

    Romance arrebatador sobre amor, paixão e traições na conturbada Era Tudor. Com a morte do rei Henrique VIII, sua sexta — e última — mulher, Catarina Parr, torna-se viúva após quatro anos de completa dedicação a um complicado casamento. Poucos meses após a morte do marido, Catarina conhece o atraente Thomas Seymour, com quem vive, pela primeira vez, uma forte paixão. O casal se une em um polêmico casamento, que se torna alvo de severas críticas. Sua melhor amiga, a duquesa de Suffolk, é a mais implacável opositora dessa união. Logo, as duas revelam-se grandes rivais, competindo pelo amor do mesmo homem. 

    Foto: arquivo pessoal

    Bolsas, beijos e brigadeiros (Fernanda França):

    Sinopse:

    Melissa é uma jovem e impetuosa jornalista, que vive de escrever suas deliciosas aventuras por belas e curiosas cidades do mundo. Em nova fase de sua vida profissional, ela viaja à Europa em busca de cenários para as suas matérias e também de suas raízes italianas. Em meio a essa instigante jornada, além dos percalços comuns a uma mochileira no Velho Mundo, Melissa precisa lidar com a distância de seus familiares queridos, principalmente de sua mãe— grávida de um filho temporão —, e os misteriosos sumiços de seu namorado, Théo. O que será que ele lhe esconde? Por que desaparece sem deixar rastros e reaparece como se nada tivesse acontecido? É o que o leitor irá descobrir ao ler este saboroso romance e misto de guia turístico da Europa.

    Foto: arquivo pessoal

    Eu vivi por um sonho (Maria Rosa Cutrufelli):

    Como mencionei, a feira fica na praça central da cidade, de forma a todo mundo passar por ela, eu estava indo pegar o ônibus quando vejo um romance histórico por R$ 10, sem tempo para olhar direito a sinopse (se não perderia o ônibus) compro. Só fui saber mais sobre o livro quando estava a caminho de casa. O mais intrigante é que não sei nada sobre a vida Olympe de Gouges, terei que ler a obra. Mas de qualquer forma achei o preço bem bom, o livro é grande e a edição é linda.

    Sinopse: 

    Olympe de Gouges é considerada um dos personagens mais emblemáticos da Revolução Francesa. Na Paris onde reinava o Terror de Robespierre, o destino da autora da "Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã" (1791) acabou sendo a guilhotina. Uma verdadeira mártir dos direitos femininos, Olympe tornou-se personagem do comovente romance histórico da italiana Maria Rosa Cutrufelli, que recria à perfeição a atmosfera da conturbada capital francesa do século XVIII.

    Foto: arquivo pessoal
    Dom Pedro I vampiro (Nazarethe Fonseca):

    Toda vez que passava pela feira (que foram várias) um livro me chamava a atenção: "Dom Pedro I vampiro", tem horas que olhava em pensava: "parece interessante e criativo" e às vezes pensava: "nossa, parece uma bobagem!" (você é do time: interessante ou bobagem? Comente!) Por fim, comprei e assim que ler venho contar para vocês se é interessante ou uma bobagem. 

    Sinopse:

    Pedro é um vampiro. Ele tem hábitos simples, alimenta-se de sangue, dorme durante o dia, dá o ar de sua graça quando chega a noite. Resultado da longa existência, contabiliza inimigos que o perseguem há mais tempo do que pode suportar. É o preço da imortalidade.
    A vida de Pedro já havia sido bem diferente. Em outro momento, ele foi mortal. Muito jovem, teve de enfrentar o desafio de governar uma colônia corrupta e falida, atividade da qual fez questão de livrar-se na primeira oportunidade.
    Cansado de ser contido e controlado, o que não combinava com o seu temperamento, declarou independência de um país tropical, sobre o qual haviam depositado muitas esperanças, mas que andava pouco acreditado. E Pedro o fez prosperar, contra tudo e contra todos!
    Amado, odiado, disputado pelas mulheres, sedento de sangue e de poder, governou o Brasil e nele deixou marcas profundas de suas paixões e desejos. Reis, rainhas e imperadores tornam-se imortais através da morte, como aconteceu a Dom Pedro I, que por um golpe do destino fez o Imperador do Brasil se tornar um vampiro. 

    Foto: arquivo pessoal
    Já leram algum destes livros comentem? Qual gostaram mais? Qual querem resenha primeiro aqui no blog? O que acharam das minhas compras? Comentem.

    20/11/2017

    Trevas, de J. Modesto [Resenha]



    Sinopse: O Sol ardente contribuía para irradiar a luz própria das igrejas da Cidade do Vaticano. Cenário ideal para uma misteriosa conversa entre o Cardeal Giglio e Sua Santidade, o Papa. Diante de um secreto dossiê, o Papa dá carta branca ao cardeal, para combater o Mal com o Mal. Perante tal contexto, não se iluda o leitor que está diante de uma mera ficção religiosa. O autor, J. Modesto reuniu neste livro suas diversas cenas de terror e suspense, e que, de forma inteligente contextualizou-as no submundo do tráfico de entorpecentes de São Paulo e Rio de Janeiro. Lugar no qual o bem e o mal, o certo e o errado, confrontam-se diariamente, mas do que se possa imaginar. Com esta mistura engenhosa de realidade e ficção, o leitor se depara frequentemente com a dúvida do que é ou não real.












     Oi gente!
    Hoje a resenha é de um livro nacional. Rufem os tambores, lustrem o chão com suco de limão, e espalhem pétalas de rosa, por que esta resenhista que vos escreve raramente lê um livro nacional.
    Maaas, vamos ao que interessa e falemos sobre Trevas, um livro de suspense, do autor J.Modesto – mesmo autor de Anhangá, A fúria do Demônio e O Vampiro de Schopenhauer –, publicado pela Giz Editorial em 2006.
    Quando escrevemos resenhas, geralmente começamos falando sobre quem pode gostar do livro em questão, e quem pode não gostar, de acordo com o perfil do leitor – isso por que nosso gosto são muito subjetivos. Eu mesma não tenho muita afinidade com livros sobre vampiros, lobisomens ou zumbis, então é de se esperar que esse livro não tenha sido do meu agrado.
    Mas vamos explicar o que não me conquistou no livro:
    Achei, logo de início a narrativa arrastada, com muitas páginas descritivas e pouca interação e ação em comparação a isso. A narrativa é em terceira pessoa, e não há somente um ponto de vista, como é comum na maioria dos livros. Tal escolha de narrativa deve ser sempre tratada com cuidado para não deixar a leitura confusa – o que foi exatamente o que aconteceu comigo, que acabei não me prendendo a nenhuma personagem em específico, e por isso na metade da leitura tive de retroceder por ter me confundido com tantos personagens, que abrangem um justiceiro, com um poder aquisitivo razoável e conhecimentos de artes marciais que o levam a ter o codinome de “Nunchako Vingador”, um empresário com uma forte ligação com o crime organizado e o tráfico de drogas que não se parece em nada com o que vemos nos nossos criminosos e mais parecia uma caricatura de gangster dos anos setenta, uma dupla de investigadores (um deles, mexicano, – por que em CSI, NCSI, Major Crimes, Desaparecidos, e séries e filmes em geral sobre policiais tem que ter mexicanos), um assassino de aluguel vindo dos morros cariocas, um cardeal italiano, um vampiro e um demônio, e nessa salada nem acrescentei os personagens secundários. Em resumo, essas foram as principais razões de eu não colocar os livros entre os meus Top 10.
    Por outro lado, sei muito bem que há leitores que não se importam com narrativas descritivas, e que gostam se narrativas com vários pontos de vista, e é notável que o autor é influenciado pelo estilo de Mary Shelley, Anne Rice e H.P. Lovecraft. – e por isso, se você gostou desses livros, vai gostar de Trevas. – um ponto pessoalmente positivo, é que o vampiro do livro não é um pretenso ícone da cultura pop adolescente – desculpe gente, mas um vampiro que brilha e sobrevive século e séculos sem sangue humano é a meu ver, contra as regras dos vampiros.

    É isso pessoal, qualquer dúvida com relação ao livro, estamos a disposição, é só deixar nos comentários.
    Até a próxima,
    Haidy.
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